quarta-feira, 31 de outubro de 2012
O que não quero dizer.
Percebo a muito tempo que não me recordo de rostos, cabelos, sobrancelhas, nem lábios revertidos pelo batom vermelho sangue, nem ao menos cabelos, dos castanhos, encaracolados. As mãos já tiveram sua significância pelo tato ao interceder sobre nossos dedos como duas pessoas desconhecidas ao trocar olhares pelo terminal de um metrô as 7:15 da manhã. Agora é a voz, se começas a falar me perco pela melodia, sotaque devidamente característico, mesmo em um milhão de anos eu saberia que seria você a pessoa daquela voz.
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