quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O que ninguém percebe



Volto e encontro-me novamente à mesma porta
Lembro-me desta um pouco mais limpa, demasiadamente pura!
Em presente momento, o que há por de trás da porta?
Seduza-me a cometer erros simples e erros não tão simples assim.
Nem por um lúcido sonho eu pude escolher, eu pude descobrir...
Nem ao menos tive a chance de saber quem poderia estar lá.
Eu não tenho em conhecimento o próximo, o depois. É BOM? É DIGNO?
Ao céu cinzento eu aceito bem, e não me recordo do sol estridente.  
Ao que vem dentro de m’alma, hoje vazia, REALMENTE OBSCURA.
Teu sorriso és de fato tão simplório, como então querer vê-lo todos os dias?
Como então querer olhar tuas fotografias?Admirar sua pessoa. Nem sei seu sobrenome.
Mais uma vez eu lhe abraço, aproveitando os mínimos segundos, eu queria memorizar o cheio do seu perfume.   
Eu queria lhe contar um segredo, tomar o seu café, lhe sentir.
Passo as tardes tentando buscar algo em você, as vezes é reverso, sim eu queria odiar você.
Eu queria odiar sua crítica, o tom da sua voz, a letra do seu caderno.
Mas não, como pode você, fazer-me rir depois de um prova enigmática......?
Eu gosto tanto do seu pensamento realista e pessimista. Eu fico bem no final.
Agora eu posso pelo menos por lucidez, fechar meus olhos e poder até mesmo dizer que já passou,quem sabe outro dia..

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